RECET Vol. 8 (2): 57-71 | 2021 

CAPA  |  RELATO DE CASO


 

Guilherme Vitoriano Silva (1), Ivo Castelo Branco (2), Rommel P Regadas (3), Ricardo Reges Oliveira Maia (3)

(1) Residente de Urologia do Hospital Universitário Walter Cantídio da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil; (2)
Professor da Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Ceará (UFC) e Coordenador do Núcleo de Medicina Tropital da UFC, Fortaleza, CE, Brasil; (3) Professor Adjunto do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal do Ceará, Fortleza, CE, Brasil


 

RESUMO

 

Psoríase é enfermidade inflamatória, de evolução crônica, mediada por fenômenos imunes, de distribuição universal. Ocorre igualmente entre homens e mulheres e estima-se que acometa entre 1% a 2% das populações adultas dos Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra e 5% da população adulta na Noruega (2, 7). No Brasil, os dados disponíveis do Censo Dermatológico da Sociedade Brasileira de Dermatologia, mostram que o diagnóstico de psoríase foi verificado em 1.349 de um total de 54.519 pessoas que consultaram dermatologistas em estabelecimentos públicos e privados, totalizando 2.5% dessa amostra. Estudo mais recente, realizado por consulta telefônica, mostrou uma prevalência de 1.31% de uma amostra de 8947 pessoas em 3002 residências pesquisadas (9). A psoríase tem etiologia multifatorial, em que fatores genéticos e influências ambientais levam à disfunção imune- celular responsável pelo quadro inflamatório crônico característico (7).

Além da psoriase vulgar em placas, podemos ainda considerar outras formas clínicas: psoríase gutata, psoríase pustulosa, localizada ou generalizada, psoriase eritrodérmica, psoríase artropática (10). A psoríase pustular generalizada (…)

  


 

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Capa Edição 1 - 2016